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AMPARO-SP
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AMPARO-SP
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NOTÍCIAS

ANP divulga preços de comercialização do diesel até 31 de dezembro

Os preços de comercialização contêm um desconto de R$ 0,30 por litro em relação aos preços de referência, no âmbito do programa de subsídio ao óleo diesel. Valor do litro da gasolina e do diesel devem aumentar na capital catarinense Reprodução/RBS TV A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou nesta sexta-feira (14) os novos preços de comercialização do diesel, que vão valer de 16 a 31 de dezembro. Houve queda nos valores nas regiões Norte e Nordeste e elevação nas demais regiões. No Norte, o preço de comercialização recuou 2,42%, para R$ 1,7121 por litro, enquanto no Nordeste a queda foi de 1,13%, para R$ 1,7464 por litro. No Centro-Oeste houve alta de 1,76%, para R$ 1,9341, enquanto no Sudeste o avanço foi de 1,84%, para R$ 1,8524. Já no Sul o crescimento foi de 1,80%, para R$ 1,8355 por litro. Os preços de comercialização contêm um desconto de R$ 0,30 por litro em relação aos preços de referência, no âmbito do programa de subsídio ao óleo diesel. Os preços divulgados hoje representam o 6º período da terceira fase do programa.

Pesquisa indica que o desemprego é a principal causa de inadimplência no comércio carioca

Levantamento ouviu 500 consumidores. Além do desemprego, diminuição da renda familiar, atrasos de pagamento, descontrole de gastos e o empréstimo de nomes foram citados. Desemprego foi citado como maior motivo de inadimplência no comércio do RJ Pilar Olivares/Reuters Um levantamento indica que o desemprego (55%) foi a principal causa da inadimplência no comércio carioca, seguido pela diminuição da renda familiar (20%), atraso de pagamento (10%), descontrole de gastos (8%) e o costume de emprestar o nome a terceiros (7%). As conclusões estão na pesquisa "Perfil do Inadimplente" feita pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio – que ouviu 500 consumidores que procuraram o Serviço Central de Proteção ao Crédito da entidade nos meses de outubro e novembro para regularizar o nome. Dos entrevistados 52% são do sexo masculino e 48% do sexo feminino; 63% são casados; 5% tem de 18 a 20 anos, 25% entre 21 e 30 anos, 35% entre 31 e 40 anos; 20% de 41 a 50 anos; 15% de 51 a mais de 60 anos. Entre eles 18% tem renda familiar de um salário mínimo, 48% de dois a três salários mínimos; 24% entre quatro a cinco salários mínimos e 10% acima de seis salários mínimos; 50% tem o segundo grau completo, 24% incompleto; 16% tem curso superior incompleto e 10% superior completo. Eles foram incluídos no cadastro por dívida contraída por empréstimo pessoal (21%); empresas de cartão de crédito (28%), compora de eletrodomésticos (12%); roupas e calçados (12%); cheque (6,6%), contas de concessionárias – água, energia, gás, TV a cabo, celular e telefone fixo (20,4%), entre outros. A pesquisa mostra que ao adquirirem o crédito os consumidores informaram que o fizeram através de cartão de crédito, carnê, cartão de loja e por cheque. Ainda entre os entrevistados, 25% estão no cadastro há um ano, 20% há dois anos, 19% há três anos, 16% há quatro anos, 8% há mais de quatro anos, 7% não sabem e 5% não responderam e 50% tem uma conta atrasada, 40% duas contas, 6% três contas e 4% quatro contas. A pesquisa mostra que 40% tem prestações atrasadas no valor de até R$ 500; 30% até R$ 600; 12% até R$ 1.000, 8% até R$ 2.000, 4% até 3.000, e 6% até R$ 5000. Dos entrevistados 47% pretendem quitar o débito usando recursos próprios, 41% com a parcela do 13° salário, com recursos das férias, 8% com o FGTS, 4% com poupança e outros recursos. Quando tiveram os nomes incluídos no Serviço Central de Proteção ao Crédito, 62% estavam empregados e 38% estavam desempregados. Destes 52% trabalhavam no comércio, 15% eram prestadores de serviço e outros 11% por conta própria e 22% em outras áreas. Dos 500 consumidores ouvidos, 18% disseram que a sua situação financeira melhorou em relação ano passado, 61% responderam que piorou e outros 21% responderam que está igual. Após quitar a dívida 65% dos entrevistados disseram que pretendem voltar a fazer compras nos próximos meses, principalmente de eletrodomésticos, móveis, roupas e calçadas, além de outros bens. Segundo o presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, o comércio é o setor que mais sofre com a inadimplência, principalmente as lojas de roupas, calçados e de eletrodomésticos que vendem com prazos mais longos. “A boa notícia dessa pesquisa é que 65% pretendem fazer novas compras. Outro aspecto a ser ressaltado é que o nível de inadimplência vem se mantendo estável (no acumulado dos dez meses do ano foi de 1%). Ele diz que se houver redução mais forte na taxa de juros, os credores poderão oferecer ainda mais facilidades para renegociar débitos e, com isso, reduzir ainda mais a inadimplência”, diz Aldo.

Preço médio da gasolina nas bombas recua pela 8ª semana seguida, diz ANP

Valor médio por litro passou de R$ 4,402 para R$ 4,365; preço médio do etanol, diesel e botijão de gás também caiu. Bomba de gasolina em posto da zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O preço da gasolina nas bombas caiu 0,8% nesta semana, no oitavo recuo seguido, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (14) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor médio por litro passou de R$ 4,402 para R$ 4,365. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras subiu o preço da gasolina nas refinarias em cerca de 4%. As alterações de preços pela Petrobras fazem parte da política de preços da companhia, que reajusta o valor da gasolina nas refinarias quase que diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. Fatores como o câmbio e a cotação do barril de petróleo influenciam na variação dos preços. Nesta sexta, a Petrobras elevou em 2,04% o preço da gasolina nas refinarias. Com isso, o preço do litro do produto passará de R$ 1,5878 para R$ 1,6202 neste sábado (15). O repasse ou não dos reajustes nas refinarias ao consumidor final depende dos postos. No mês de novembro, o preço da gasolina nas refinarias recuou mais que a média nos postos. Enquanto o valor médio divulgadoi pela ANP recuou cerca de 4%, nas refinarias a queda foi de 17%, aproximadamente. A ANP chegou a pedir explicações às principais distribuidoras. No ano, o preço médio da gasolina nas bombas acumula alta de 6,5%, também considerando a média calculada pela ANP. A variação é maior que a inflação esperada para o ano todo. Segundo o relatório Focus, divulgado nesta semana pelo Banco Central, o mercado espera que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fique em 3,71% em 2018. Diesel Refinaria de petróleo da Petrobras é vista na cidade de Paulínia, em São Paulo. Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo A ANP também informou que o preço do litro do diesel recuou nesta semana. A queda foi de 1,2%, com o valor do litro recuando de R$ 3,566 para R$ 3,524. Da mesma forma como ocorre com a gasolina, o valor representa uma média calculada com base nos dados coletados nos postos, e portanto pode variar de acordo com a região. Nas refinarias, o valor do diesel permaneceu congelafo nesta semana, em R$ 1,7984. A Petrobras reduziu a frequência de reajustes como parte do acordo para encerrar a greve dos caminhoneiros em junho. No ano, o preço do diesel na bomba dos postos acumula alta de quase 6% - ou seja, também acima da inflação esperada para o ano todo. Desde o dia anterior à greve dos caminhoneiros, o preço nas bombas acumula queda de quase 2%, ou R$ 0,07. Etanol e gás de cozinha A ANP tamém divulga semanalmente o preço médio do litro do etanol e do botijão de gás de cozinha. Nesta semana, o valor do litro do etanol recuou 0,45% na semana, de R$ 2,834 para R$ 2,821. No ano, o preço já tem queda de mais de 3%. O preço do gás de cozinha também caiu. A média passou de R$ 69,53 na semana anterior para R$ 69,21 - uma queda de 0,46%. No ano, o preço médio do botijão subiu até agora menos do que a inflação esperada para 2018 inteiro. A alta acumulada é de 2,6%.

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