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Casa Térrea

2 Quarto(s)
JARDIM SILVESTRE II
AMPARO-SP
Cód: 687

Locação:$800.00

Terreno


VALE VERDE
AMPARO-SP
Cód: 686

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Sobrado

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM ITALIA
AMPARO-SP
Cód: 685

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VELHOBOL
AMPARO-SP
Cód: 684

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Apartamento

2 Quarto(s)
CENTRO
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Cód: 683

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Sobrado

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
TRES PONTES
AMPARO-SP
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Casa Térrea

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JARDIM MOREIRINHA
AMPARO-SP
Cód: 681

Locação:$1,200.00

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AMPARO-SP
Cód: 680

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3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
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Cód: 679

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Casa Térrea

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Casa Térrea

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AMPARO-SP
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JARDIM ITALIA
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NOTÍCIAS

PIB do Japão retrocede 1,2% entre julho e setembro, segundo governo
Economia se contraiu devido ao impacto dos desastres naturais no consumo doméstico e nas exportações. O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão retrocedeu 1,2% anualizado entre julho e setembro, devido sobretudo ao impacto dos desastres naturais no consumo doméstico e nas exportações, informou nesta quarta-feira (14) o governo. Além disso, no terceiro trimestre do ano, a terceira maior economia mundial se contraiu 0,3% em comparação com o período abril-junho, segundo os dados publicados pelo Escritório do Gabinete do país asiático. Durante o segundo trimestre do ano, o PIB japonês tinha avançado 3% anualizado e 0,8% a respeito de janeiro-março, segundo os dados revisados do governo. O consumo doméstico, principal pilar da economia japonesa, retrocedeu 0,1% em comparação com o trimestre precedente e 0,5% anualizado. A despesa dos lares é uma peça-chave na estratégia conhecida como "Abenomics", que pretende criar um "círculo virtuoso" de lucros corporativos, aumentos salariais e altas de preços para tirar o Japão do seu longo ciclo deflacionário. No entanto, este componente se viu lastrado pela série de desastres naturais que castigaram o país asiático no terceiro trimestre, entre eles as graves inundações no oeste em julho, o poderoso tufão que causou estragos na cidade de Osaka e arredores no início de setembro e o forte terremoto em Hokkaido em torno das mesmas datas. As exportações, outro dos componentes que mais tinham contribuído para a sequência expansiva da economia nacional, também se viram afetadas pelas interrupções na produção e no fornecimento da indústria japonesa causada pelas catástrofes naturais, e se contraíram 0,3% em relação ao trimestre anterior e 7,1% anualizado. O investimento de capital corporativo, além disso, diminuiu 0,2% entre trimestres e 0,9% frente ao mesmo período de 2017. A contração registrada pela economia japonesa é a mais pronunciada desde a do último trimestre de 2015, e ocorre depois que o PIB retrocedeu entre os últimos meses de janeiro e março e avançou entre abril e junho.
Não se constrói entendimento 'à força', diz Eunício após encontro com Paulo Guedes
Presidente do Congresso foi questionado se avalia que futuro governo pretende manter boa relação com Legislativo. Na semana passada, Guedes defendeu 'prensa' nos parlamentares. Não se constrói entendimento 'à força', diz Eunício O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), avaliou no fim da noite desta terça-feira (14) que o entendimento entre os poderes Executivo e Legislativo só será construído por meio do diálogo, não "à força". Eunício deu a declaração após se reunir com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o atual ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. O senador foi questionado se avalia que o encontro serviu para o novo governo demonstrar interesse em manter boa relação com o Poder Legislativo. "O Congresso é um poder independente, mas naquilo que eu possa ajudar, naquilo que eu possa avançar, naquilo que tenha divergência que eu possa segurar ou retroceder, eu não tenho nenhuma dificuldade em fazer isso [...]. A democracia é fruto do diálogo, que leva ao entendimento. Só o diálogo pode fazer o entendimento. À força, nunca constrói", afirmou Eunício. Na semana passada, Paulo Guedes defendeu "prensa" nos parlamentares para o Congresso aprovar a reforma da Previdência Social. A declaração gerou polêmica, e o presidente eleito Jair Bolsonaro atribuiu a fala de Guedes à "inexperiência" do economista no meio político. "A palavra não é 'prensa', é 'convencimento'", ressaltou Bolsonaro. Paulo Guedes se encontra com presidentes da Câmara e do Senado A reunião Segundo o colunista do G1 e da GloboNews João Borges, o encontro de Paulo Guedes e Eunício Oliveira foi articulado por Eduardo Guardia. Ainda de acordo com o Blog do João Borges, o atual ministro da Fazenda alertou Paulo Guedes sobre a necessidade de uma articulação ativa com o Congresso para aprovar projetos importantes e de interesse da área econômica. Ao deixar o encontro, Eunício afirmou que teve uma conversa "amena" com Paulo Guedes e que conversou com o futuro ministro da Economia sobre assuntos de interesse do país. "Conversamos sobre vários temas de economia, sobre futuro. Ele [Paulo Guedes] é um liberal, pensa de uma forma bastante parecida com a que eu penso do ponto de vista de que os estados e municípios brasileiros têm que ter uma redistribuição do pacto federativo. Ele pensa assim, pelo menos, a médio e a longo prazo”, afirmou Eunício. "O futuro ministro foi extremamente afável, conversa muito saudável, e muito compreendida entre as partes do funcionamento do Congresso Nacional e, obviamente, do que deseja o governo", completou. Outros temas Saiba abaixo outros temas abordados por Eunício Oliveira na entrevista desta terça-feira: Petrobras: O presidente do Senado afirmou ter conversado com Guedes e Guardia sobre o projeto que permite à Petrobras transferir a outras empresas até 70% dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo por meio do chamado acordo de cessão onerosa. A proposta está na pauta do Senado e pode ser votada nas próximas semanas. 'Pautas-bomba': Eunício Oliveira foi questionado sobre a análise de projetos que possam aumentar as despesas do próximo governo, as chamadas "pautas-bomba", e respondeu: "Não tenho nenhum interesse de fazer qualquer tipo de pauta-bomba para criar problema não para o governo, mas para não criar problema para o Brasil". Reforma da Previdência: Eunício disse ter conversado com Guedes sobre a reforma da Previdência e disse que, assim que a intervenção federal no Rio de Janeiro for suspensa ou encerrada, vai retomar a análise de projetos que modificam a Constituição.
Bancos Centrais devem considerar possibilidade de emitir moedas digitais, diz FMI

Diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, apontou que vários países já estão planejando a emissão de moedas digitais. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse nesta terça-feira (13) que os bancos centrais devem considerar a possibilidade de emitir moedas digitais. “Uma moeda digital seria um passivo do Estado, como o dinheiro é hoje, não seria de uma empresa. Isso não é ficção científica. Vários bancos centrais em todo o mundo estão considerando seriamente essa ideia (de emitir moedas digitais), incluindo Canadá, China, Suécia e Uruguai”, afirmou Lagarde em um evento sobre fintechs realizado em Singapura. "Acredito que devemos considerar a possibilidade de emitir moeda digital. Pode haver um papel do estado em fornecer dinheiro para a economia digital", afirmou. Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. Johannes P. Christo/Reuters Na avaliação de Lagarde, a moeda digital tem capacidade de garantir a inclusão financeira, a segurança e defesa do consumidor e a privacidade nos pagamentos. Vendas de moedas digitais movimentam US$ 13,7 bilhões nos primeiros cinco meses de 2018 Bitcoin: veja perguntas e respostas sobre a moeda virtual “A moeda digital oferece uma grande promessa (de inclusão digital) por meio de sua capacidade de alcançar pessoas e empresas em regiões remotas e marginalizadas”, disse. Embora tenha se mostrado favorável ao uso das moedas digitais, Lagarde também pontou para os riscos trazidos pela inovação para a estabilidade financeira das economias. "Minha mensagem é que, enquanto a moeda digital não é universal, devemos investigar mais, com seriedade, cuidado e criatividade", afirmou Lagarde. "A tecnologia vai mudar e nós também devemos mudar."

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