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NOTÍCIAS

Maior parte de fiscalização sobre tabela do frete recai no agronegócio, diz ANTT

Cerca de metade das averiguações feitas pela agência até agora resultou em multas. Preços tabelados foram instituídos para pôr fim à greve dos caminhoneiros em 2018. Colheita da soja está perto do fim e meses de abril, maio e junho costumam ser fortes no escoamento da produção REUTERS/Paulo Whitaker Cerca de metade (45%) das fiscalizações realizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sobre o cumprimento da tabela de pisos mínimos de frete rendeu multas neste ano, e a maioria das operações da autarquia recaiu sobre o segmento do agronegócio, aponta levantamento recente da agência. A tabela de frete rodoviário foi instituída em meados do ano passado, como forma de por fim à greve nacional dos caminhoneiros, mas a aplicação de multas por descumprimento somente passou a ser executada no início deste ano, após publicação em novembro de resolução que orienta a aplicação da penalidade. Anteriormente, as empresas flagradas descumprindo a tabela eram notificadas. O cumprimento da regra da tabela, uma forma de proteger caminhoneiros de variações no custo do frete como oscilações no preço do diesel, é uma das principais reivindicações da categoria que tem se mostrado cada vez mais insatisfeita com o aumento no preço do combustível vendido pela Petrobras a distribuidores do país. Segundo a ANTT, desde janeiro até quarta-feira passada (17), foram realizadas 342 operações de fiscalização do cumprimento da tabela em estradas do país, das quais 156 renderam multas por irregularidades no cumprimento da regra do piso mínimo de frete. A agência afirmou que as operações ainda continuam, "de forma prioritária em todas as unidades regionais, com isso os números apresentados certamente sofrerão alterações". Questionada sobre quais seriam as áreas de trabalho de quem foi flagrado cometendo irregularidades, a ANTT afirmou que não tem dados sobre essa separação por área de atuação, mas que as "fiscalizações são, em sua grande maioria, no segmento do agronegócio". A ANTT também não informou detalhes das ações, como total arrecadado com as multas, mas afirmou que a resolução 5.833/18, publicada em novembro, prevê penalidades de R$ 550 a R$ 10.500. Entre as situações que podem render multa estão penalidades para contratantes e caminhoneiros que fizeram transporte de carga cobrando menos que o piso e anunciantes de cargas que promoverem serviços de transporte rodoviário por menos que o mínimo previsto na tabela. Procurada, a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), não pôde comentar o assunto de imediato. Representantes de entidades de defesa de direitos de caminhoneiros autônomos, incluindo a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros, reúnem-se nesta tarde com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Pacote para caminhoneiros Na semana passada, o governo lançou um pacote de apoio a caminhoneiros, incluindo crédito para manutenção de veículos e investimentos em rodovias, mas as medidas foram criticadas por entidades que representam a categoria como uma tentativa de apenas reduzir a insatisfação dos motoristas com o custo do diesel e o que citam como descumprimentos da tabela de frete. No dia seguinte ao lançamento do pacote, a Petrobras elevou o preço médio do diesel em suas refinarias em 4,8%, menos que o índice de 5,7% que a empresa pretendia aplicar na semana anterior. O aumento inicial foi suspenso após interferência do presidente Jair Bolsonaro. A colheita da soja, principal item da pauta de exportação brasileira, está perto do final e os meses de abril, maio e junho costumam ser muito fortes no escoamento desta produção. A greve dos caminhoneiros do ano passado durou 11 dias e começou no final de maio.

Tire suas dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda 2019
O especialista Antonio Gil, sócio de impostos da EY, vai responder ao vivo às dúvidas dos internautas a partir das 18h30. Mande sua pergunta pelos comentários. Tire suas dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda 2019 O especialista Antonio Gil, sócio de impostos da EY, vai responder ao vivo às dúvidas dos internautas a partir das 18h30. Mande sua pergunta pelos comentários.
Facebook é condenado a pagar R$ 1,5 milhão por não remover vídeo de adolescente no WhatsApp
Empresa não comentou o caso, porque processo está em segredo de Justiça. Condenação foi dada em segunda instância no TJSP e não cabem mais recursos por perda de prazo. O Facebook foi condenado no Brasil a pagar multa de R$ 1,5 milhão por não ter retirado um vídeo que circulava no WhatsApp. O vídeo, de 2015, mostrava uma adolescente de 13 anos, do Rio de Janeiro, tendo relações sexuais com o então namorado, também adolescente. O processo contra a rede social começou em 2015, em São Paulo, onde a filial brasileira do Facebook tem sede. Em primeira instância, a empresa recebeu liminar para pagar uma multa diária de R$ 1 mil. O processo se estendeu até o Tribunal de Justiça de São Paulo negar os apelos da empresa, em janeiro deste ano. Não cabem mais recursos aos tribunais superiores porque a rede social perdeu os prazos. Agora, o Facebook só pode discutir os detalhes da execução, como o valor da multa. A rede também foi condenada indenizar a família da adolescente em R$ 20 mil. Procurado pelo G1, o Facebook não quis comentar o caso, que está sob segredo de Justiça. A advogada da família, Ana Paula Siqueira, disse que esta é a primeira condenação da rede social com trânsito em julgado no Brasil por não-remoção de conteúdo. Segundo ela, o vídeo circulou no Whatsapp e o Facebook alegou que não teria capacidade técnica de retirar o conteúdo do ar, por causa da criptografia presente no aplicativo de mensagens. Mas, de acordo com a defensora, a rede social não conseguiu comprovar a incapacidade técnica durante o julgamento e por isso foi condenada em segunda instância. "Nós não queríamos dinheiro, queríamos a remoção do conteúdo", disse Ana Paula. "O Facebook poderia por fim a essa história. É uma dor que não termina." O valor de R$ 1,5 milhão da multa é a soma dos dias que se passaram com o conteúdo no ar, contrariando a primeira ordem judicial, de 2016. Ainda segundo a advogada, o Facebook já fez o depósito judicial da indenização.

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